segunda-feira, 22 de outubro de 2012

King


King. Ink on paper. Sketch and Study for painting. Artwork by Ed França. 2000.
Rei. Rascunho e Estudo para pintura. Esferográfica sobre papel pautado. Trabalho de Ed França. 2000.

sábado, 20 de outubro de 2012

03 palavras em minhas mãos




Um anjo amarrou 03 palavras em minhas mãos
E me deixou eternamente flutuando

Ed França



Na imagem: 03 words in my hands. "caderno de anotações".Year: 2000, august. Artwork by Ed França.

Asas e Dor



Asas e dor. "cadernos de colagens". Ano: Janeiro de 2001. Trabalho de Ed França.
Wings and Pain. "cadernos de colagens". Year: 2001, January. Artwork by Ed França

Um corpo que cai



Um Corpo que cai. esferográfica sobre papel. 
Estudo para pintura. 1998.
Trabalho de Ed França.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Texto um pouco mais ácido. Show do SCORPIONS. 
Escrevi para a revista para a revista Nota Independente.
caso voce seja fã xiita da banda, nem leia! odiará!

domingo, 16 de setembro de 2012

Resenha show da banda Scorpions em Belo Horizonte


Scorpions no Chevrolet Hall, Belo Horizonte/MG (11/09/2012)
Texto por Ed França para a revista Rock Brigade
 Foto por William P. Pinto

O tão esperado show do Scorpions em Belo Horizonte aconteceria numa segunda feira e acabou sendo cancelado. Houve tumulto, tensão e desânimo, tudo potencializado pelo calor absurdo que fazia na cidade. Milhares de pessoas indignadas com o atraso dos escorpiões não fez esfriar a vontade de vê-los ao vivo na capital mineira. Mesmo transferindo o show para o dia seguinte, os quase 40 graus escaldantes da noite de terça-feira não aplacou a sede dos fãs da banda que lotaram a casa de show. Resultado: o Chevrolet Hall ferveu com a presença do Scorpions numa noite de festa inesquecível e o público saiu totalmente saciado!

Quando Klaus Meine subiu ao palco e anunciou as primeiras linhas de Sting in the tail o desacerto da noite anterior foi apagado da memória. Todos os clássicos da banda estavam lá, Still Loving You, Wind Of Change, Blackout e Rock You like a Hurricane. Os solos de Rudolf Schenker e Matthias Jabs arrancavam aplausos e por onde corriam eram ovacionados. O público, formado por diferentes gerações de fãs, saudava incansável, catapultando cada solo aos ápices constantes. Difícil identificar qual o melhor momento do show.
O baterista James Kottak brinca com o público em um solo divertido que conta a história do Scorpions. As antológicas capas do grupo são transformadas em curta metragem onde ele mesmo é o protagonista.

A banda originária de Hanover, Alemanha, foi fundada em 1965 pelo guitarrista Rudolph Schenker é a primeira banda de hard rock do país germânico. Com essa estrada longínqua já demonstrando as chagas do tempo, anunciaram sua aposentadoria. Depois de lançar seu último álbum de estúdio, Sting in the Tail de 2010, a banda iniciou a turnê de despedida que visita os cinco continentes até 2013. E mais uma belíssima página da carreira dos escorpiões foi escrita com uma memorável noite de festa, certamente essa passagem dos alemães ficará na mente dos belorizontinos, eternizada no possível capítulo final do livro de contos e aventuras que tem sido a carreira do Scorpions! 
Um brinde aos escorpiões!

terça-feira, 11 de setembro de 2012




A troco de que vou expor minha vida na internet?

Não entendo o tesão do gado em veicular a vida privada em redes sociais. Talvez seja para atrair lobos.

terça-feira, 22 de maio de 2012



.Expo do Caravaggio em BH. Deleite puro!!!

Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29/09/1571 – Porto Ercole, 18/07/1610) foi um pintor Italiano, considerado o primeiro grande expoente da pintura barroca. 
Caravaggio era o nome da aldeia natal de sua família e adotou como seu nome artístico.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Das gélidas terras russas para BH


Show da banda Arkona 
27/04/2012. No Music Hall

No dia 27 de abril a cidade de Belo Horizonte foi honrada com o show dos guerreiros da Arkona, banda formada em Moscou. Na linha de frente, abrindo o show, os mineiros da banda Lothlöryen representaram o folk característico desse gênero com um show empolgante. 

Na sequência uma introdução belíssima cria a aura especial para a magnífica presença de palco de Masha, uma cantora incrível que transita por todos os lados do palco, canta com uma voz poderosa, dramatiza o show com interpretação peculiar e carregada de energia.  Junto dela, representam a mãe Rússia:  Vladimir “Volk” (gaita de fole e flauta),  Sergei “Lazar” (guitarra), Ruslan “Kniaz” (baixo) e Vlad “Artist” (baterista). Masha emociona a platéia e incita os presentes a bradarem os gritos de glória das canções entoadas em idioma russo e cirílico. 

A banda Arkona materializa sua arte por meio de uma estética que revive lendas, momentos gloriosos da mitologia eslava e folclore russo, numa densidade aprofundada por instrumentos tradicionais, como gaita de fole, flauta e tambor. No meio do show a vocalista se desculpa pelo péssimo inglês, divide a plateia em dois grupos opostos, simulando uma batalha entre eles. É o momento alto da apresentação. A banda é de infinita empatia, retornaram ao palco após três despedidas para o delírio dos fãs e finalmente abandonam o palco do Music Hall deixando os fãs extasiados. A única baixa foi o pequeno número de presentes no evento.

Que os belorizontinos agradeçam aos velhos deuses por mais um show de extrema qualidade. Parabéns aos envolvidos, corpo de produção, organização do evento e banda Arkona por essa noite de glória na música pesada. Um brinde!

Texto de Ed França
Para a revista RockBrigade

Banda Arkona em BH


Show banda Arkona, Music Hall. 
Belo Horizonte, 27 de abril de 2012.

O Brasil tem ganhado muito com a constante onda de ótimos shows. No quesito rock pesado nem podemos reclamar. Falando de folk metal então, a coisa melhora! Já passaram por aqui Eluveitie, Finntroll, Cruachan, Korpiklaani e Tyr. Belo Horizonte recebeu no dia 27 de abril mais um bloco para o grande muro dos eventos épicos para fortalecer a memória da cidade.
Há quase uma década hordas de headbangers aguardam a presença de uma banda que se destaca entre as muitas do gênero. Proveniente das gélidas terras russas, precisamente de Moscou, a banda Arkona aterrisa em solo brazuca para promover o mais recente cd “Slovo”. Formada em 2002, a banda atingiu ponto alto na cena mundial representando o metal pesado e vem se destacando por apropriar uma estética que aborda o folclore russo e a mitologia eslava. A utilização de uma instrumentação tradicional soma tambores de guerra, flautas e gaitas de Fole. Ampliando a dimensão mítica desse contexto artístico elaborado, a banda ainda cria as composições escrevendo em alfabeto cirílico. Fecha com chave de ouro a produção visual que nos remete aos tempos imemoriais dos guerreiros eslavos. 

A vocalista Masha Arhipova  é encantadora. Veste uma pele de raposa sobre o traje, movimenta-se com muita atitude vociferando poderosa se destacando dos demais front man da cena. Ela ganha atenção dos presentes mesmo sem dominar o inglês. Entre gritos de guerra e correrias pelas extremidades do palco, fala em russo e incita o público a travar uma batalha ao dividi-los num combate que eclode frente os riffs mais pesados de suas canções. Tudo brincadeira, ninguém se machuca, sorrisos tomam conta dos rostos da horda extasiada.
É perceptível a alegria e energia que opera entre fãs e banda. Uma química que só entende quem comunga de um evento como esse.

Num set list que passeia pelos vários álbuns da banda, retornam mais de duas vezes em cada “quase” fim de show, comovendo a plateia que delira.

Belíssima apresentação que ficará para sempre nos corações e mentes dos fãs dessa banda, vinda das frias terras da mãe Rússia, que escreve com grandiosidade sua história na senda do folk metal.

Texto de Ed França
Fotos de Priscila Rezende
Resenha para a revista Nota Independente
publicado também no jornal O TEMPO



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Exposição coletiva com dois desenhos antigos

Estou participando de uma exposição que fica até dia 05 de maio para visitação.
Participam outros artistas com trabalhos de linguagens, suportes e tamanhos diversos.
Nessa mostra, apresento 2 desenhos que criei no começo dos anos 90 como estudo para personagens do meu livro, um romance que comecei e está parado (grafite sobre papel, 96 x 66 cm. 1999).
Oportunidade única para quem curte meus trabalhs na arte contemporânea, desde que os criei, jamais mostrei os dois estudos em galerias . Pedido especial do amigo Gringo, da Pietá Tattoo ,entrei na mostra e escolhi expor essas raridades que seriam vistos somente num futuro próximo, no lançamento do livro.
Quem quiser curtir a mostra, que é gratuita e aberto no horário comercial de segunda a sexta e aos sábados até 13h.


Espero vocês lá!
A Pieta Tattoo fica na rua Paraíba 1441, savassi. Belo Horizonte/MG.
Abraçao!
 


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SELKIE






Selkie




amores profundos
só a luz dos desejos ilumina esse caminho


dores são encobertas na vastidão
lágrimas não gritam sob as ondas


existe um silêncio enorme nessa nossa perda 


oceano que acaricia minhas dores
e nos afoga em esperanças tardias.


todo lamento será refúgio
meu silêncio era um bote perdido no mar


Ed França 
02.01.2012