terça-feira, 8 de novembro de 2016

Joecon SP, August,04, 2016



My artwork on event!
See the headquarters of the terrorist group COBRA, a fan art, fully customized by the me .  Also presented unpublished figures, such as the dreaded "Pantanal, the depth diver Cobra group in Brazil, all creation the artist himself!

Estive presente na Joe Con SP 2016, que rolou em agosto. Apresentei um quartel general customizado por mim na versão dos Cobra, uma encomenda que foi entregue em mãos ao colecionador paulista Ricardo Café. Mostrei também outras figuras que customizei.
Se voce se interessar, só entrar em contato por mensagem aqui mesmo no blog, ou comentário pelo Facebook, lá tem uma comunidade dos meus trabalhos (Ed França)
Segue abaixo algumas fotos do meu trabalho:











.


sexta-feira, 7 de março de 2014

Entrevista sobre meus customs na "Deuses e Monstros"

Entrevista na "DEUSES E MONSTROS" sobre meus action figures customs!!!
Enjoy it!!!


http://www.deusesemonstros.com/blog/?p=40


1476640_10151732052382540_601324794_n
No mundo do colecionismo de action figures de Gi-Joe´s (Conhecidos no Brasil como Comandos em Ação), é inevitável o contato com o trabalho de Ed França. Seu berço foram as artes plásticas, com pinturas que lhe renderam exposições em diversas galerias, todo esse talento aliado a uma paixão de infância o trouxeram ao mundo da  customização, onde são criados heróis e vilões personalizados conforme o desejo de seus clientes, que buscam personagens com uniformes que nunca foram lançados na coleção oficial, o trabalho é lento e repleto de detalhes que se justificam na qualidade de seu trabalho, e hoje seus trabalhos aparecem em coleções particulares nacionais e estrangeiras.
Identifique-se soldado. Nome, patente e unidade de serviço!
Saudações, meu nome é Ed França, nasci em Santo André/SP. Vivo e trabalho em BH há uns 20 anos ou mais. Sou graduado em artes visuais e arte educação pela UEMG, com especialização em Desenho e Pintura e pós-graduação em arte contemporânea.
Muitos cursos em áreas variadas de arte e tecnologia, Muitos seminários e viagens específicas para enriquecer meu conhecimento no universo artístico e subjetivo. Quem é artista profissional não para nunca de estudar e pesquisar. É uma constante e eterna busca. Seu olhar para o mundo fica tão diferenciado que você desassocia do comum, toda viagem, curso ou lugar que você estiver você estará pensando arte. É como uma maldição.
01
Quando e como surgiu o seu interesse pela customização?
Sempre colecionei figuras de ação, desde criança, na época a gente chamava de “bonecos” ou “os carinhas”, como eu gostava de chamar em SP nos anos 80. Meus pais sempre foram muitos simples e nunca fui rico, mas, soldadinhos de plástico, forte apache, figuras de borracha da Marvel Comics, fizeram parte da minha infância. Inclusive os quadrinhos, que foram os grandes culpados disso tudo, até produzia na adolescência, desenhando e vendendo aos amigos na escola. Isso me levou à arte profissional décadas depois.
Mas o grande amor das coleções em minha vida foram os “comandos em ação” da Estrela. E o “revival” disso foi quando, já adulto, auxiliando numa mudança de casa que minha mãe faria, achei uma caixa de papelão com muitas figuras minhas e dos meus irmãos mais novos. Procurei na internet e acabei comprando alguns outros. Mas ficou nisso até final de 2010 quando resolvi customizar algumas figuras e o resultado foi tão positivo que muitos colecionadores da série “gi joes” dos círculos em redes sociais pediram encomendas. Aproveitei e criei outros diferenciados, esculpindo rostos novos, uniformes mais realistas, pois os da série são muito infantis e mal elaborados, já que eram para criança. Inclusive comecei a customizar as figuras baseadas no perfil visual e característica física do próprio colecionador que encomenda, fazendo uma versão dele lacrada, na cartela, com o desenho do cara como se fosse o boneco.
1779785_10151887284552540_1882956238_n
Daí foi aumentando a procura até eu criar um blog pra divulgar, muitas comunidades e colecionadores não acreditavam que era eu quem fazia, achando que eram gringos. Criei tropas russas, nazistas, israelenses, homenagem ao exército brasileiro, tropas fictícias de escandinavos, outros inspirados no Afrika Corps do Gen. Rommel da WWII, mas trazidas para nossa tecnologia atual, enfermeiros e médicos americanos, astronautas russos e chineses.
Eu curto a escala 1:18, e é raro sairem figuras militares ou de ação dessa escala no Brasil e no mundo com qualidade elevada. Eu adoro os kits de montagem, tipo Revell, Tamya, Dragon,etc, mas é raro na escala dos gi joes.
O que influencia o seu trabalho, quais são as suas fontes?
As coisas que me influenciam na arte são mais próximas do real do que espelhados em vultos da arte tradicional ou do passado. A condição humana é o mote do meu trabalho, a relação do homem com o universo e seu embate com o que resta de vida, sempre caminhando pra morte. As figuras de ação e esses customs são outra coisa, não estão relacionados com meu trabalho na arte contemporânea.
Customizar e atender os colecionadores mais exigentes (que quase sempre já têm a coleção completa da Estrela), e tornou-me sociável. Tirou-me de uma misantropia e distância que me inclino sempre. Alivia do trabalho na arte e faz a alegria de um grupo de colecionadores sofisticados, que se empolgam por ter uma peça única, uma obra de arte em versão “gi. Joe”. Se eu não fosse artista eu ficaria muito feliz em comprar de um cara que faz algo mais interessante do que os lançados da série, como ninguém fazia isso com profissionalismo em um nível tão detalhado, fui lá e fiz.
turma
Como é o seu processo de criação, o passo a passo para se construir uma nova figura?
Sempre nas madrugadas, quando o silêncio se levanta e morre a barulheira urbana. Sempre alimentado por um som interessante, aquele café, enquanto seca uma peça aqui, preparo uma tinta ali, um livro aberto em certo capítulo. Eu sou múltiplo no fazer, é a melhor parte do meu dia. Faz-me esquecer da vida cotidiana e dessa realidade do mundo ocidental que considero falida  e sem retorno. As ideias fluem em qualquer lugar que vou, ando sempre com bloquinhos nos bolsos e cadernos para anotações, desde sempre.
Com quais materiais você trabalha para modelar e pintar?
As melhores tintas e vernizes do mundo para plastimodelismo, mas é um material muito caro, mas as peças ficam com um resultado belo e confiável, a durabilidade é bem maior também.
Suas peças são únicas, ou você produz cópias de cada uma?
Ainda não tiro cópias, mas estou perto disso. Geralmente são figuras únicas, aí modelo usando epox, mesmo. Eu faço tudo à mão, do começo ao fim do projeto. A ideia é realmente ter poucas repetições, são obras de arte, cara. Não é produção em grande escala, senão perde o brilho e a alma do que idealizei. É um sufoco conseguir as peças originais e remodelar algo em cima, uso a base dos corpos e figuras gi joes anos 80 e similares como esqueleto para fazer outra figura militar de ação completamente nova, com outra roupagem e uniforme detalhado.
A quanto tempo você está profissionalmente no mercado da Arte?
Quase 20 anos. Minha primeira exposição de pintura profissional foi em 1996.
Os seus clientes são todos brasileiros ou atende também ao mercado estrangeiro?
Geralmente são brasileiros. Os primeiros a comprar foram gringos. Canadenses e alemães, gente que tinha link direto comigo. O blog é recente e faço a venda diretamente com o cliente. Quero que o colecionador sério e de gosto apurado tenha esse prazer de ser um dos poucos que tenha um custom assim. Dá muito trabalho produzir essas peças, então, fazer barato pra ninguém dar valor no trabalho, nem pensar.
FACE FIM SNOW
Existe alguma diferença entre seus clientes nacionais e estrangeiros?
Não temos ainda a cultura dos norte-americanos e europeus acostumados com “action figures”, arte e colecionáveis. É um nicho pequeno no Brasil para os que produzem customs com qualidade. O brasileiro colecionador de “gi Joe” não compra obra de arte ligada à franquia com facilidade. Enfim, tenho percebido pelos clientes que andaram comprando que é para um público exigente, seleto e de nível elevado dentro da série específica. Às vezes aparecem pessoas que não são desse núcleo e querem comprar, e isso é muito legal.
O que vale mais: Técnica ou Imaginação?
Já vi por aí tantos customs bem feitos mas sem criatividade nenhuma, só reproduções do óbvio. Acho delirante ver customs diferenciados. Técnica qualquer um pode conseguir com o tempo. Mas ser realmente criativo e original, lamento, é para poucos e visionários.
1926886_10151894053602540_1526810097_n

Qual é a maior dificuldade para artista brasileiro (que trabalha com figuras de ação) sobreviver de sua arte? Falta de talento ou de mercado?
Talento jorra por onde você for, o mercado de brinquedos no Brasil que é muito restrito, ainda está ligado ao lado infantil e lúdico das crianças. Ainda não pegou no Brasil o “colecionador adulto” que entra em lojas de brinquedos procurando algo específico sem ser taxado de bobão, crianção, etc..
O que poderia ser feito para mudar este quadro em relação à cultura das figuras de ação?
Já existe um papo entre os colecionadores mais sérios em tentar montar uma versão oficial de fã clube da série Gi Joe no Brasil. Se não tem um fã clube original e com número de membros exigidos contribuindo no país, sem chance. Nos anos 90 os desenhos animados alavancavam as vendas dos brinquedos, e os filmes recentes da franquia não seduziram as crianças no Brasil como antes. Hoje tem os consoles de games, internet, outras atrações, agora, de um panorama mais aberto, a cultura no Brasil é muito fraca nesse setor, acredito que deve melhorar com uma Comic.com e eventos ligados aos colecionáveis, HQ’s, filmes. Mas o governo tem que ajudar também facilitando nos encargos. É sintomático, tem a ver com nossa cultura, os impostos altíssimos, as dificuldades que lojistas têm para vender no Brasil essas séries. Nessa parte acho difícil acontecer, sou pessimista demais pela nefasta realidade política atual do Brasil.
Quais dos seus trabalhos você considera os mais importantes e porque?
Tenho um carinho especial pelos que criei que remetem ao exército brasileiro. Quando guri, sempre quis ver figuras das nossas forças armadas, não só dos americanos, mas não existiam.
TEREZA2

Me fale de seus artistas favoritos.
Eu vejo isso meio diluído, não separo o que é musica do que é imagem, do que é tátil. Gosto do Tunga, Ferreira Goulart, Iberê Camargo, Manoel de Barros. Dos gringos eu curto o Quorthon, Trent Reznor, H.P. Lovecrat, H.R. Giger, fase escura do Goya. Goethe e Nieztsche. Os versos do Bhagavad Gita, contidos no épico Mahabharata, Vedas. O épico de Gilgamesh e o Enuma Elish, são tão ricos em fantasia e imagem quanto ler Tolkien ou G.R. Martin. A garotada poderia tanto ter lido isso no ensino fundamental antes de acompanhar Senhor dos anéis ou Guerra dos tronos. Acho que não há um artista ou coisa específica, há um emaranhado de informação que está em cada expressão sensorial da Arte, seja ela imagem, tátil ou olfativa. A música influencia um pouco mais, somos criados em uma sociedade visual, imagética, com as vistas viciadas em tanta poluição visual. Sinto que a música facilita mais um insight ou um link com o todo.
Falando em música, o que você escuta no estúdio na hora de produzir seus customs?
O rock me arrebatou na adolescência, mas hoje eu escuto bandas mais atmosféricas, tipo o Rotting Christ, Ulver, Alcest, Katatonia, mas também gosto de coisas como o Massive Attack, The Cure, Bauhaus, The Mission.
Como é o seu contato com jogos e quadrinhos? Qual deles te atrai mais?
Tudo começou com os quadrinhos pra mim, a Marvel Comics, através dos formatinhos da Abril nos anos 80, quadrinhos que me abriram um mundo de fantasia que dimensionou todo meu trajeto posterior: Conan, Punho de Ferro, Eternos, Caveira Vermelha, Kull, o lado B da Marvel e DC Comics sempre foram meus preferidos.
Eu sempre achei o capitão América tão ridículo que, quando deram cabo dele eu nem acreditei que tivessem realmente feito isso, era uma propaganda de guerra tão imbecil que, até adolescente, sem ter noção dessa propaganda alienada tola, não via algo que me convencesse. Sentia pena era da desgraça da vida do Caveira Vermelha ou Motoqueiro Fantasma. O Batman também foi fundamental na infância, tudo de obscuro e mais denso, feito Etrigan, Mestre do Kung Fu, Kull, Thulsa Doom, etc, acabam me atraindo. Na tv era Spectreman e Ultraseven, adorava Pirata do Espaço e esperava ansioso pra ver o capítulo seguinte.
Depois os livros foram meus companheiros de sabedoria e silêncio. Nos anos 80 e 90 não existia o nerd, se você amava quadrinhos e esses lances que citei quando menino nos anos 80, você era um ser isolado, poucos colegas gostavam de quadrinhos e livros, não existia internet. Cara, nos anos 80, eu muito jovem já estava numas de ler sobre Suméria, Egito e Aliens antigos, questionar o que eram as carruagens de Fogo na bíblia judaico-cristã, e queria saber sobre Enoque. Como eu mudava de casa todo ano para uma cidade diferente por causa dos meus pais, me tornava um alien para os poucos amigos que eu fazia e perdia em seguida. Mas eu amava futebol e fazia campeonatos de futebol de botão com irmãos , primos e amigos. Eu desenhava os escudos de campeonatos mundiais, de cada seleção e a gente mesmo fazia a copa e a tabela. Construía fliperamas de madeira desenhando e acoplando luzinhas à pilha. A minha infância foi sem playstations e Xbox. Esse guris abobados de hoje, só ouvindo Restart e Justin Biber não sacam nada do que era legal.
Em que você está trabalhando atualmente?
Pinturas para uma exposição em grande escala, para o início de 2015, elaborando novos “customs gi joes” e montando uma oficina para esse tipo de trabalho.
1545743_10151813075437540_979821206_n
Quais são seus projetos para 2014 na área da escultura e modelagem?
Foco total na criação das minhas peças para figuras 1:18.
Que mensagem você gostaria de deixar aos nosso leitores?
Ajudem as pessoas, doem-se, cuidem com carinho das crianças, elas são a única razão de deixarmos para as futuras gerações nossa herança cultural e são o amor em estado vivo e bruto. Ofereçam um bom livro, mostrem a origem de um brinquedo, plantem árvores onde vocês moram e tenham plantas em casa, duvidem dos sistemas de governo e religiões. Adotem um bom amigo felino ou canino ao menos uma vez na vida. Amem intensamente as pessoas, elas são a extensão de cada um de vocês. O que vocês fizerem na vida só terá sentido se compartilhado com outras pessoas.
Ninguém morreria feliz sozinho numa ilha com uma TV de led de 60 polegadas com o último videogame lançado se não tiver amigos sorrindo ao seu lado para jogar, viajem de mochila com seus melhores amigos. Joguem RPG com seus amigos. E por fim, cuidem bem dos seus velhos pais, Depois que morrerem, não adiantará nada suas falsas lágrimas e arrependimento. Então façam o melhor e mais coração puro que puder.
E comprem um custom meu! *risos*
Que o universo abençoe os puros de coração!
Sem título


.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Om mani padme hum




Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho.
Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja.
Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo.
Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância.
Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmas famintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.
Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

O ilógico se fez carne

Em plena Era do entretenimento midiático hollywoodiano, nossa nefasta Kali Yuga, onde a metáfora da vida é a Humanidade virar zumbi, presencio a materialização da antítese desse discurso.
O ilógico se fez carne e, com olhos rasos d'água, vejo Legiões de Zumbis virando Humanos nas passeatas das Terras Brasilis.
O vírus dessa doença urbana ao contrário era então chamado de CONSCIENTIZAÇÃO.
Seria o salto Quântico ou a dupla hélice despertando?
Não saberia te dizer... Só sei que uma quebra de paradigma ocorreu e como reação a realidade muda esses seres de dentro para fora!


Ed França, 17 de Junho de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

série "Cubos" na capa do Cd da Banda Hardcore PROLE.IDEM



Uma das minhas pinturas da série "Cubos" foi utilizada para a capa do CD de uma respeitada banda Hardcore anos 90 do underground brasileiro. Trata-se da banda PROLE.IDEM
O nome do play é "Energia Periférica". Fico feliz em contribuir com a música real, de artistas honestos, de coração e alma!
Taí na foto o resultado gráfico, que também dei pitaco na direção de arte, inclusive nas fotos da banda para divulgação do play, fotografados por André Schrim. 
Deixarei um link aqui para quem quiser conhecer o som da banda.
Saudade de voces, Mamão Mamede, Bruno Heel, Panda e Fernando!
Espero que estejam bem e com saúde após tanto tempo sem encontrar voces! Hail

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

King


King. Ink on paper. Sketch and Study for painting. Artwork by Ed França. 2000.
Rei. Rascunho e Estudo para pintura. Esferográfica sobre papel pautado. Trabalho de Ed França. 2000.

sábado, 20 de outubro de 2012

03 palavras em minhas mãos




Um anjo amarrou 03 palavras em minhas mãos
E me deixou eternamente flutuando

Ed França



Na imagem: 03 words in my hands. "caderno de anotações".Year: 2000, august. Artwork by Ed França.

Asas e Dor



Asas e dor. "cadernos de colagens". Ano: Janeiro de 2001. Trabalho de Ed França.
Wings and Pain. "cadernos de colagens". Year: 2001, January. Artwork by Ed França

Um corpo que cai



Um Corpo que cai. esferográfica sobre papel. 
Estudo para pintura. 1998.
Trabalho de Ed França.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Texto um pouco mais ácido. Show do SCORPIONS. 
Escrevi para a revista para a revista Nota Independente.
caso voce seja fã xiita da banda, nem leia! odiará!

domingo, 16 de setembro de 2012

Resenha show da banda Scorpions em Belo Horizonte


Scorpions no Chevrolet Hall, Belo Horizonte/MG (11/09/2012)
Texto por Ed França para a revista Rock Brigade
 Foto por William P. Pinto

O tão esperado show do Scorpions em Belo Horizonte aconteceria numa segunda feira e acabou sendo cancelado. Houve tumulto, tensão e desânimo, tudo potencializado pelo calor absurdo que fazia na cidade. Milhares de pessoas indignadas com o atraso dos escorpiões não fez esfriar a vontade de vê-los ao vivo na capital mineira. Mesmo transferindo o show para o dia seguinte, os quase 40 graus escaldantes da noite de terça-feira não aplacou a sede dos fãs da banda que lotaram a casa de show. Resultado: o Chevrolet Hall ferveu com a presença do Scorpions numa noite de festa inesquecível e o público saiu totalmente saciado!

Quando Klaus Meine subiu ao palco e anunciou as primeiras linhas de Sting in the tail o desacerto da noite anterior foi apagado da memória. Todos os clássicos da banda estavam lá, Still Loving You, Wind Of Change, Blackout e Rock You like a Hurricane. Os solos de Rudolf Schenker e Matthias Jabs arrancavam aplausos e por onde corriam eram ovacionados. O público, formado por diferentes gerações de fãs, saudava incansável, catapultando cada solo aos ápices constantes. Difícil identificar qual o melhor momento do show.
O baterista James Kottak brinca com o público em um solo divertido que conta a história do Scorpions. As antológicas capas do grupo são transformadas em curta metragem onde ele mesmo é o protagonista.

A banda originária de Hanover, Alemanha, foi fundada em 1965 pelo guitarrista Rudolph Schenker é a primeira banda de hard rock do país germânico. Com essa estrada longínqua já demonstrando as chagas do tempo, anunciaram sua aposentadoria. Depois de lançar seu último álbum de estúdio, Sting in the Tail de 2010, a banda iniciou a turnê de despedida que visita os cinco continentes até 2013. E mais uma belíssima página da carreira dos escorpiões foi escrita com uma memorável noite de festa, certamente essa passagem dos alemães ficará na mente dos belorizontinos, eternizada no possível capítulo final do livro de contos e aventuras que tem sido a carreira do Scorpions! 
Um brinde aos escorpiões!

terça-feira, 11 de setembro de 2012




A troco de que vou expor minha vida na internet?

Não entendo o tesão do gado em veicular a vida privada em redes sociais. Talvez seja para atrair lobos.

terça-feira, 22 de maio de 2012



.Expo do Caravaggio em BH. Deleite puro!!!

Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29/09/1571 – Porto Ercole, 18/07/1610) foi um pintor Italiano, considerado o primeiro grande expoente da pintura barroca. 
Caravaggio era o nome da aldeia natal de sua família e adotou como seu nome artístico.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Das gélidas terras russas para BH


Show da banda Arkona 
27/04/2012. No Music Hall

No dia 27 de abril a cidade de Belo Horizonte foi honrada com o show dos guerreiros da Arkona, banda formada em Moscou. Na linha de frente, abrindo o show, os mineiros da banda Lothlöryen representaram o folk característico desse gênero com um show empolgante. 

Na sequência uma introdução belíssima cria a aura especial para a magnífica presença de palco de Masha, uma cantora incrível que transita por todos os lados do palco, canta com uma voz poderosa, dramatiza o show com interpretação peculiar e carregada de energia.  Junto dela, representam a mãe Rússia:  Vladimir “Volk” (gaita de fole e flauta),  Sergei “Lazar” (guitarra), Ruslan “Kniaz” (baixo) e Vlad “Artist” (baterista). Masha emociona a platéia e incita os presentes a bradarem os gritos de glória das canções entoadas em idioma russo e cirílico. 

A banda Arkona materializa sua arte por meio de uma estética que revive lendas, momentos gloriosos da mitologia eslava e folclore russo, numa densidade aprofundada por instrumentos tradicionais, como gaita de fole, flauta e tambor. No meio do show a vocalista se desculpa pelo péssimo inglês, divide a plateia em dois grupos opostos, simulando uma batalha entre eles. É o momento alto da apresentação. A banda é de infinita empatia, retornaram ao palco após três despedidas para o delírio dos fãs e finalmente abandonam o palco do Music Hall deixando os fãs extasiados. A única baixa foi o pequeno número de presentes no evento.

Que os belorizontinos agradeçam aos velhos deuses por mais um show de extrema qualidade. Parabéns aos envolvidos, corpo de produção, organização do evento e banda Arkona por essa noite de glória na música pesada. Um brinde!

Texto de Ed França
Para a revista RockBrigade

Banda Arkona em BH


Show banda Arkona, Music Hall. 
Belo Horizonte, 27 de abril de 2012.

O Brasil tem ganhado muito com a constante onda de ótimos shows. No quesito rock pesado nem podemos reclamar. Falando de folk metal então, a coisa melhora! Já passaram por aqui Eluveitie, Finntroll, Cruachan, Korpiklaani e Tyr. Belo Horizonte recebeu no dia 27 de abril mais um bloco para o grande muro dos eventos épicos para fortalecer a memória da cidade.
Há quase uma década hordas de headbangers aguardam a presença de uma banda que se destaca entre as muitas do gênero. Proveniente das gélidas terras russas, precisamente de Moscou, a banda Arkona aterrisa em solo brazuca para promover o mais recente cd “Slovo”. Formada em 2002, a banda atingiu ponto alto na cena mundial representando o metal pesado e vem se destacando por apropriar uma estética que aborda o folclore russo e a mitologia eslava. A utilização de uma instrumentação tradicional soma tambores de guerra, flautas e gaitas de Fole. Ampliando a dimensão mítica desse contexto artístico elaborado, a banda ainda cria as composições escrevendo em alfabeto cirílico. Fecha com chave de ouro a produção visual que nos remete aos tempos imemoriais dos guerreiros eslavos. 

A vocalista Masha Arhipova  é encantadora. Veste uma pele de raposa sobre o traje, movimenta-se com muita atitude vociferando poderosa se destacando dos demais front man da cena. Ela ganha atenção dos presentes mesmo sem dominar o inglês. Entre gritos de guerra e correrias pelas extremidades do palco, fala em russo e incita o público a travar uma batalha ao dividi-los num combate que eclode frente os riffs mais pesados de suas canções. Tudo brincadeira, ninguém se machuca, sorrisos tomam conta dos rostos da horda extasiada.
É perceptível a alegria e energia que opera entre fãs e banda. Uma química que só entende quem comunga de um evento como esse.

Num set list que passeia pelos vários álbuns da banda, retornam mais de duas vezes em cada “quase” fim de show, comovendo a plateia que delira.

Belíssima apresentação que ficará para sempre nos corações e mentes dos fãs dessa banda, vinda das frias terras da mãe Rússia, que escreve com grandiosidade sua história na senda do folk metal.

Texto de Ed França
Fotos de Priscila Rezende
Resenha para a revista Nota Independente
publicado também no jornal O TEMPO



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Exposição coletiva com dois desenhos antigos

Estou participando de uma exposição que fica até dia 05 de maio para visitação.
Participam outros artistas com trabalhos de linguagens, suportes e tamanhos diversos.
Nessa mostra, apresento 2 desenhos que criei no começo dos anos 90 como estudo para personagens do meu livro, um romance que comecei e está parado (grafite sobre papel, 96 x 66 cm. 1999).
Oportunidade única para quem curte meus trabalhs na arte contemporânea, desde que os criei, jamais mostrei os dois estudos em galerias . Pedido especial do amigo Gringo, da Pietá Tattoo ,entrei na mostra e escolhi expor essas raridades que seriam vistos somente num futuro próximo, no lançamento do livro.
Quem quiser curtir a mostra, que é gratuita e aberto no horário comercial de segunda a sexta e aos sábados até 13h.


Espero vocês lá!
A Pieta Tattoo fica na rua Paraíba 1441, savassi. Belo Horizonte/MG.
Abraçao!
 


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SELKIE






Selkie




amores profundos
só a luz dos desejos ilumina esse caminho


dores são encobertas na vastidão
lágrimas não gritam sob as ondas


existe um silêncio enorme nessa nossa perda 


oceano que acaricia minhas dores
e nos afoga em esperanças tardias.


todo lamento será refúgio
meu silêncio era um bote perdido no mar


Ed França 
02.01.2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O Gênio/Mago Alan Moore falando sobre ARTE e MAGIA




Sobre Arte e Magia

Toda a arte e impulso criativo humano devem ter dado seus primeiros passos dentro da esfera da magia, sendo percebidos, em primeiro lugar, como tal.

As raízes da arte são distantes e obscuras. Os primeiros poemas, danças, imagens e sons estruturados não foram registrados exceto em lendas e tradições; na nódoa ocre na parede de uma caverna que, de certa forma, era a espinha curvada de um bisão para sua audiência inicial. Não podemos mais calcular o impacto que esses saltos de abstração devem ter tido sobre a mente paleolítica: os súbitos significados pelos quais se apreendia um campo de pensamentos e conceitos novo e fabuloso, tão verdadeiro e imediato quanto os caminhos sujos e abarrotados percorridos pelo homem primitivo diariamente, talvez menos substancial e, assim, menos vulnerável ao tempo e às estações.

A primeira codificação da dura realidade pessoal do homem primitivo em sons e símbolos deve ter oferecido um poder de comunicação alienígena e sem precedentes ao seu usuário, talvez equivalente ao que a telepatia pareceria para nós. O primeiro a captar alguma verdade inata do mundo humano dentro das linhas de um desenho ou da dança propeliria sua audiência através de um plano de compreensão e percepção diferente, mais extremo do que os efeitos de qualquer droga. Os desenhos nas paredes das cavernas de Lascaux, independentemente de qualquer significância ritual que pudessem ter, são em si mesmos um ato de magia. Para aqueles que não tinham o conceito prévio de uma imagem manufaturada, deve ter parecido que animais saltitantes foram conjurados em carne e osso e manifestaram-se dentro da própria caverna.

Se esta parece uma interpretação extrema de nossa primeira resposta para a arte, considere um exemplo posterior: quando Winsor McCay, um artista creditado com a invenção do desenho animado, exibiu pela primeira vez seu protótipo Gertie, the dinosaur, em 1914, a reação da audiência foi instrutiva. Sem o aparato perceptivo necessário para aceitar a noção de um desenho de animais, a maior parte da audiência, ao contrário, acreditou que estava testemunhando a aparição de um dinossauro real, de carne e osso sobre o palco diante dela.


Alan Moore

.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

primeira passagem do Morbid Angel por BH.





Achei alguns itens valiosos na papeleira minha e do meu irmão.
Muitas lembranças ótimas dos anos 90, em especial nosso glorioso show do Morbid Angel. 
Foi numa sexta feira, 12 de abril de 1991. abertura das bandas Sextrash e Sarcófago. Ginásio do Ginástico.
Na foto, meu clipping da época, coisa habitual, de acompanhar as bandas que amávamos, juntando matérias, releases e o ingresso original, claro!
Acho que meu irmão ainda tem a camiseta da tour, se não tiver poído e virado pano de chão de tanto usar..rs
na  foto, David Vincent, Trey Azagoth e Pete Sandoval caminham pelas ruas do Brasil.(fonte internet).


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Festival Setembro Negro. 10 de setembro de 2011. Com as bandas Sarcasmo, Ragnarok, Belphegor e Morbid Angel


A mais recente versão do festival Setembro Negro passou por Belo Horizonte com uma torrente de acontecimentos que só eternizou essa edição do festival. Todas positivas, é claro. Fomos agraciados com as apresentações das bandas: Sarcasmo, Ragnarok, Belphegor e Morbid Angel.
Com horário do show antecipado às pressas, as bandas Sarcasmo e Ragnarok, foram prejudicadas, encurtando demais o set list das mesmas. Muita gente ainda estava de fora do local e perdeu a apresentação louvável da banda mineira e dos noruegueses.
Belphegor também fez uma apresentação reduzida, mas impecável. O local já estava completamente lotado, mesmo assim muita gente que ainda estava na fila para entrar, perdeu parte da monumental apresentação.
A Banda despejou um dilúvio de temas que deixou o público imerso na massa sonora, pesada e bem executada. A brutalidade do Belphegor ao vivo é de ordem grandiosa. Numa apresentação impecável, foi perceptível a emoção dos músicos para com a platéia. A resposta foi dada pela horda que cantava num bloco único de vozes os hinos da banda austríaca.
O tão esperado show do Morbid Angel em Belo Horizonte trazia para essa edição do Setembro Negro uma tenebrosa sombra de dúvidas.  Superava até a própria alegria dos fãs do gênero extremo da música em revê-los no palco. Vieram mostrar serviço no Ginásio do Ginástico em 1991, fui presença ocular nesse evento monumental, conferi de perto essa lenda da música extrema dividindo o palco com uma das mais importantes bandas do planeta no gênero. A cultuada banda Sarcófago.
Mas não houve saudosismo. Essa apresentação encerrou no limbo as especulações infantis e primitivas de quem esperava pouco dessa fase do Morbid Angel. Destruiu o núcleo dessas informações e dissipou o “mal estar” que envolveu as notícias que tentaram manchar esses 20 anos de trabalho.
O baixista e vocalista David Vincent ficou um bom tempo longe da banda, de 2003 até 2011. Some isso ao polêmico novo álbum da banda, "Illud Divinum Insanus", que traz o primeiro lançamento do grupo e retorno de Vincent desde último disco em 1995 - Domination. Um disco que mostra um foco para experimentações que vão além do que as bandas desse gênero costumam pautar. Para fechar a gama de eventos que alimentavam essas conversas moles, sai o baterista Pete Sandoval, afastado por agravante de saúde (após uma extensa cirurgia nas costas por conta de uma hérnia de disco). Entra Tim Yeung para honrar as baquetas. E o faz com a fúria de um implacável deus. Ao vivo sua atuação tem plasticidade e maestria. Brindou com louvor a cadeira de Pete Sandoval.
O show mostrou que essa monstruosa sombra, de especulações pífias, era só imaginação negativa dos fracos.
Num set list estarrecedor, que privilegiou os clássicos (coroados pelos discos Blessed are the Sick, Covenant e Altar of Madness), nem as novas e tão temidas músicas estiveram em desarmonia com as antigas.
A empatia de Vincent com o público era o ponto alto dessa passagem vitoriosa do Morbid Angel por BH.
O direcionamento que seguiu a banda, tendo como ponto de partida uma produção artística apontada para a evolução, teve efeito concreto e dinâmico, deixando os fãs tradicionalistas absolutamente silenciados, com as bocas costuradas pelo impacto do show e músicas novas. O silêncio desses, que engoliram à força esse exemplo do metal extremo em criativa expansão, mal foi percebido. A outra parcela de fãs, que aprova experimentações ousadas e caminhos inteligentes para a música extrema, se preocupou em delirar, não só com o material novo do Morbid Angel, mas com o show incrível e inesquecível. Equilibrou numa balança justa a trajetória de uma banda que há décadas cospe na cara dos seus críticos a máxima que: mudanças, coragem e inteligência, só materializam um magnífico resultado.


Por Ed França.
foto: Sérgio Wildhagen.
*escrevi esta resenha especialmente para a revista Rock Brigade.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Monange Dream Fashion Tour, Chevrolet Hall, 18 de Junho, Belo Horizonte.



Por Ed frança 
Fotos Renato Audrey

A sétima etapa do Monange Dream Fashion Tour desembarcou sábado, 18, em Belo Horizonte. Com a proposta de mesclar cultura pop, glamour, agitação e beleza, o Monange Dream Fashion Tour trouxe para a capital mineira um evento sofisticado, reunindo a harmonia contagiante da música com a estética do mundo da moda, criando uma experiência que tem dado sucesso.
O ator Eriberto Leão, um dos atores principais da novela “Insensato Coração”, fez a apresentação do evento. Interagindo e animando a platéia, o ator distribuiu brindes especiais, preparados exclusivamente para o Dream Fashion Tour,  levantando o astral do público que lotou o Chevrolet Hall.
Mas quem embalou o desfile das beldades e trouxe uma alegria visceral, foi a banda Capital Inicial. A banda esteve presente em todas as seis apresentações anteriores do evento.
Os hits famosos, “Natasha”, “Independência”, “Fogo”, assim como versões meio acústicas de outras canções conhecidas, até mais pesadas, como “Veraneio Vascaína”, ilustravam o desfile de Isabeli Fontana, Ana Beatriz Barros, Izabel Goulart e outras modelos, que cantavam as músicas com charme e alegria enquanto desfilavam. O público mineiro compartilhou cantando junto, gritando a cada entrada das garotas. A noite tomou um ar todo especial quando o vocalista Dinho Ouro Preto brindou o aniversário de Fê Lemos, um dos integrantes da banda.
As modelos fecharam a noite desfilando na passarela com a bandeira do Brasil, emocionando todos os presentes que prestigiaram esse belíssimo evento.
Com esse formato itinerante e toda a sua grandiosa estrutura, o Monange Dream Fashion Tour segue para Fortaleza, que no dia 02 de Julho, receberá essa fantástica produção, que reuniu o mundo da moda e música pop com maestria. Sabemos que no fim das contas, em time que está ganhando não se mexe! No caso do Monange Dream Fashion, vai um pouco além, pois tem uma verdadeira seleção, o que promete vida longa ao evento. Certamente teremos futuras apresentações na capital mineira!
O Monange Dream Fashion Tour é organizado pela Mega Model em parceria com a Rede Globo e tem o patrocínio de Monange.

Cobertura que fiz essa semana para a revista Nota Independente.

Mais informações no site:





* última foto é divulgação do prórpio site do evento.